O jornalismo feito pra a web, ou o jornalismo on line, sempre é discutido por todos e principalmente por estudantes de jornalismo. Como todas as outras questões que permeiam o futuro do profissional jornalista. Todos precisam se atualizar. A parte tecnologica que vem movendo o mundo nas últimas décadas avança cada vez mais rápido, e vem pra cima da gente como um rolo compresor. (Sim, as vezes sinto que vai me esmagar se eu eu não enteder como funciona. Me pego brigando com o próprio wordpress e suas ferramentas muitas vezes…)
Um dos vídeos que mostra o que estou dizendo é este ai embaixo, que foi apresentado em sala de aula. É a revolução tecnologica e social da internet.
Esta revolução trouxe muitas coisas boas, para uma sociedade que não tem mais tempo pra quase nada.
Sou do grupo de pessoas que acha bobagem que o jornal imprenso vai acabar, que a tv vai ser relegada a segundo plano e que o rádio não será mais ouvido. Penso que livros são ótimos e que ouvir um disco de vinil na vitrola não tem preço. E acredito que sem o site do Google, não se teriamos jornalismo atualmente. A velocidade com que as informações repercutem, não seria possível sem este tipo de site de busca. (Imagina quanto tempo levariamos pesquisando em uma biblioteca?). Com a internet levamos no máximo 3 minutos em uma pesquisa. Sem a web continuáriamos a mercê dos correios (e seu longo tempo de espera por cartas e encomendas – apesar do lançamento do Sedex), nossa conta de telefone continuaria altíssima, entre outras coisas. Não deixamos de lado estes serviços, mas temos meios mais rápidos agora. Otimizar o tempo é a regra máxima desta década. Ou melhor, das últimas décadas…
Portanto parte daqui a minha análise sobre se temos ou não um bom jornalismo on line nos sites que se propõe a fazê-lo.
Começo pelo história de que textos para internet devem ser mais curtos. Isso é uma grande inverdade. Nunca acreditei nisso. E o texto do André de Abreu, só embasa o que eu via há algum tempo pela web. O texto deve ter o tamanho e as informações que deve ter. Ponto.
A maioria dos sites como o Terra, ClicRBS, UOL, IG, Globo.com, muitas vezes postam grandes reportagens, que ficam maiores ainda com os “saiba mais”. Só que ainda usam pouco os hiperlinks, que abrem mais textos e aprofundam o assunto. Mas nem por isso tem pouca interatividade.
Outro ponto que sempre cai em discussão é a maneira de escrever. Os textos que são publicados nos jornais impresso não deveriam ser apenas compilados para seus sites respectivos. Deveriam passar por uma edição que enriquecesse os textos com a interatividade que a web 2.0 proporciona. Se não existe tempo e equipe para isso, pelo menos as matérias de capa deveriam passar por este processo (entendo como uma boa solução).
E quanto a velocidade da divulgação de informações, neste texto, segundo a professora da USP, Beth Saad “a mídia tradicional sempre lidou com a informação formatada em um ritmo de informação sistematizado. Esse modelo mudou com as redes sociais”. Desta forma vemos que, sim, existe espaço para textos bem escritos, mas se as ferramentas que a web 2.0 oferece são bem utilizadas este mesmo texto bem escrito toma outra forma. Ficando muitas vezes mais interessante.
Quanto a instantaneadade que o texto, reportagem ou matéria é distribuido é impresionante. Além do que, se tivermos um novo fato complementar podemos colocar em tempo real. Sim , o rádio já possibilita esta instantâniedade, só que na web é em ambito mundial.
As redes sociais contribuem para isso também. Instantâniedade.
Ainda, falando do video do youtube, onde vimos a história da informação dentro das redes sociais, dentro desta tecnologia que revolucionou nossa vida – a internet. Porque, se pararmos pra pensar, pouco escrevemos com caneta e papel. Tudo está cada vez mais digitalizado, tecnológico.
Nos contralamos via celular.
Mas eu queria chamar a atenção para o twitter, um miniblog onde muitas pessoas conseguiram divulgar sua marca, suas ideias e ganhar dinheiro. No texto da Camila Leporace, chamado “Uma breve introdução ao conteúdo na internet” , ela nos chama a atenção para a questão de que devemos pensar o conteúdo online como um todo. E dá dicas de marketing. Porque até na internet a cultura da “imagem é tudo” conta. Mas por aqui é imagem com informação, caso contrário não funciona. Já que dentro da web, o jornalismo on line vai estar onde nos procurarmos por ele.
Mas vamos lá, temos bom jornalismo on line na rede?
No Brasil não. Temos sites que caminham para um bom jornalismo on line mas ainda não usam todos os recursos que poderiam. Todos usam elementos. Estariam na cauda longa da web 2.0… Acho que sim.
Já sites internacionais como o The Guardian tem um bom jornalismo on line.

Passado o sufoco, a turnê iniciou no último domingo (dia 14) no Rio de Janeiro. Madonna subiu no palco, meia hora atrasada, para um Maracanã cheio, com 70 mil fãs loucos para vê-la. Ela abriu o show cantando “Candy Shop” e chovia forte.
Madonna agradeceu ao público e mostrou sua satifação pela noite seca, “Ouvi dizer que vocês rezaram muito. Hoje não choveu. Obrigada”.


Ah, e para quem usa o trem para ir até o campus, a Unisinos fez um convênio com a empresa de ônibus Central e com a Trensurb. Os três juntos disponibilizam um ônibus de linha que de 15 em 15 minutos, nos horários de maior movimeto, levam os estudantes até a universidade sem custo nenhum. Apenas deve-se entregar a passagem de trem usada para o motorista.




